terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Inacreditavél...

Um padre de Washington saiu em disparada pelas ruas pouco antes de sua missa para recuperar dinheiro que havia sido levado do cofre da igreja.

Era domingo de manhã, e o padre Bill Hegedusich "abandonou" os fiéis da igreja St. Peter e saiu atrás do ladrão que havia levado dois sacos de dinheiro, num total de US$ 125.

Bill, de 48 anos, é maratonista e não pensou duas vezes: saiu correndo atrás do ladrão, gritando para que ele devolvesse o dinheiro. O bandido abandonou um dos sacos e continuou correndo.
O padre diz que conseguiu recuperar cerca de US$ 60, mas o homem não foi preso.

Bill diz que é "decepcionante" que alguém pense em roubar dinheiro que seria destinado aos pobres. Minutos depois do ocorrido, ele rezou a missa da manhã
de domingo

Isso agente não vê todod dia ?! eu acho super legal a titude do padre né ? ajudando a igreja...

6 comentários:

  1. Que padre é esse? É atleta? Èle pode ajudar os fiéis como personal trainer!

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  2. Carta de uma vítima da enchente em Sta Catarina.
    Vale a pena ler e meditar a respeito pois, o autor, poderia ser qualquer um de nós.

    Meus amigos,

    Hoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários
    espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não
    somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um
    sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.

    As fotos que circulam na internet e os telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me
    estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre
    lições aprendidas.

    Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte
    pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações
    vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência.
    Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recupera-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se
    aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.

    Que aquela entidade superior que cada um acredita (Deus, Alá, Buda, GADU etc.) e da forma que cada um a concebe tenha
    piedade daqueles:

    - Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros

    - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de
    primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.

    - Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.

    - Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.

    - Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.

    - Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.

    - Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.

    - Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.

    - Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.

    - Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.

    Da mesma forma, que essa mesma entidade superior abençoe:

    - Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de
    qualquer forma.

    - Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos
    desenvolver.

    - A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos
    nas suas carretas e fizeram tanta diferença.

    - À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.

    - Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.

    - Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.

    - Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.

    - Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes
    com as suas próprias casas embaixo das águas.

    - Aos Médicos Voluntários.

    - Às enfermeiras Voluntárias.

    - Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.

    - Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.

    - Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.

    - Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.

    - Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.

    - Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.

    - Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.

    - Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.

    - A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.

    - A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.

    - A todos que oraram por todos.

    - Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.

    - Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.

    - A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.

    - A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.

    - A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.

    Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:

    COMEÇAR DE NOVO

    Eu tinha medo da escuridão

    Até que as noites se fizeram longas e sem luz

    Eu não resistia ao frio facilmente

    Até passar a noite molhado numa laje

    Eu tinha medo dos mortos

    Até ter que dormir num cemitério

    Eu tinha rejeição por quem era de Buenos Aires

    Até que me deram abrigo e alimento

    Eu tinha aversão a Judeus

    Até darem remédios aos meus filhos

    Eu adorava exibir a minha nova jaqueta

    Até dar ela a um garoto com hipotermia

    Eu escolhia cuidadosamente a minha comida

    Até que tive fome

    Eu desconfiava da pele escura

    Até que um braço forte me tirou da água

    Eu achava que tinha visto muita coisa

    Até ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruas

    Eu não gostava do cachorro do meu vizinho

    Até naquela noite eu o ouvir ganir até se afogar

    Eu não lembrava os idosos

    Até participar dos resgates

    Eu não sabia cozinhar

    Até ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fome

    Eu achava que a minha casa era mais importante que as outras

    Até ver todas cobertas pelas águas

    Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome

    Até a gente se tornar todos seres anônimos

    Eu não ouvia rádio

    Até ser ela que manteve a minha energia

    Eu criticava a bagunça dos estudantes

    Até que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidárias

    Eu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anos

    Agora nem tanto

    Eu vivia numa comunidade com uma classe política

    Mas agora espero que a correnteza tenha levado embora

    Eu não lembrava o nome de todos os estados

    Agora guardo cada um no coração

    Eu não tinha boa memória

    Talvez por isso eu não lembre de todo mundo

    Mas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todos

    Eu não te conhecia

    Agora você é meu irmão

    Tínhamos um rio

    Agora somos parte dele

    É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio

    Graças a Deus

    Vamos começar de novo.

    Anônimo

    É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer,
    de se reinventar e de crescer como ser humano.

    Pelo menos é a minha hora, acredito.

    Que Deus abençoe a todos.

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  3. Esse blog é irado ! Cheio de notícias atualizadas. Um barato!

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  4. Já saquei que esse blog é massa!

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  5. Oi, eu estou pirando nesse blog é muito massa!!!!! perei de verdae neste blog pieri mermão !

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Obrigada por comentar ! obrigada por interagir com agente... *****